Inovação que gera valor

Com tecnologia inovadora, Ecocompacto apresenta embalagem otimizada, que gera 48% menos emissões de GEE que as convencionais. Lançada em setembro, a linha já contribuiu para os resultados do trimestre

No terceiro trimestre de 2014, a Natura registrou crescimento de 5% na receita líquida consolidada em comparação com o mesmo período do ano anterior, correspondendo a R$ 1.867 bilhão. Entre os fatores que contribuíram para o resultado do trimestre está a estratégia de lançamentos da companhia, que entregou ao mercado brasileiro itens como o perfume #Urbano e o desodorante aerossol Ecocompacto.

Lançado em setembro, o Ecocompacto é mais um resultado do compromisso da Natura com a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, que minimizam os impactos negativos no meio ambiente e na sociedade e também buscam impulsionar uma reflexão sobre formas de consumo cada vez mais conscientes, como ocorreu com a linha Natura Sou, de 2013.

O Ecocompacto gera 48% menos emissões de gases de efeito estufa que os desodorantes aerossóis comuns. A principal inovação está na embalagem desenvolvida com cerca de metade do volume das embalagens tradicionais (75 ml Ecocompacto X 150 ml demais embalagens) e que emprega, consequentemente, 15% menos alumínio, mantendo a alta performance e a proteção 24h. “Conseguimos concentrar a fórmula e aliá-la a uma válvula que exige menos gás propelente para o funcionamento do conjunto”, destaca Alessandro Mendes, diretor de formulação e embalagem da Natura.

Com o lançamento, a Natura se insere definitivamente no segmento de desodorantes aerossóis, que, segundo dados da Abihpec/Sipatesp*, obteve 50% de participação na categoria desodorantes em 2013 no País. De acordo com dados de 2013 do instituto Euromonitor, o Brasil liderou o mercado mundial de desodorantes no ano, movimentando US$ 4,8 bilhões.

Outro destaque do período foi o lançamento dos refis para a linha de fragrâncias Natura Ekos Frescores, desenvolvidos com PET 100% reciclado pós-consumo, que diminuem as emissões de carbono em 72%. O lançamento fez da Natura a primeira grande marca de cosméticos a utilizar esse tipo de material em embalagens na categoria perfumaria. A novidade está totalmente alinhada à nova visão de sustentabilidade da companhia, que prevê a utilização até 2020 de 75% de material reciclável e 10% de material reciclado pós-consumo na massa total de embalagens, além de alcançar 40% de embalagens ecoeficientes** em relação ao total de unidades faturadas.

Índice Dow Jones de Sustentabilidade

A Natura também passou a fazer parte do Índice Dow Jones de Sustentabilidade 2014/2015 (DJSI), da Bolsa de Valores de Nova York. A carteira abrange as empresas com maior valor de mercado e com práticas estruturadas nos aspectos econômico, ambiental, social e de governança. A presença no ranking comprova a efetividade do compromisso da Natura com o desenvolvimento de negócios mais sustentáveis e capazes de gerar valor não só à própria companhia, mas a toda sociedade.

Além de crescimento na receita, no terceiro trimestre o Ebitda (sigla em inglês para lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 427 milhões, expansão de 7,2% em comparação com o mesmo período de 2013. O lucro líquido foi de R$ 215 milhões.

No Brasil, houve aumento de 2,7% na receita. Cumprindo a estratégia de médio prazo da companhia, que estabelece, entre outros pontos, novas formas de relacionamento com as consultoras e os consumidores, no início de outubro a Rede Natura foi estendida para Minas Gerais e Rio de Janeiro. Em julho, o projeto, que insere a venda por relações também na internet, já havia chegado a todo o Estado de São Paulo.

Nas Operações Internacionais, a receita cresceu 29,3% em moeda local. No período, as OIs representaram 19,3% da receita consolidada da Natura (17,5% no terceiro trimestre do ano anterior).

Para conhecer, na íntegra, esses e os resultados socioambientais dos primeiros nove meses do ano, acesse aqui.

*Sindicato da Indústria de Perfumarias de Artigos de Toucador no Estado de São Paulo e Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.

**A Natura considera embalagens ecoeficientes aquelas que apresentam redução de no mínimo 50% de peso em relação à embalagem regular/similar; ou que apresentam 50% de sua composição com MRPC e/ou material renovável desde que não apresentem aumento de massa.